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Ano
03 / nº 29 / Outubro de 2006
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Evangélica
tem 50% dos seus cursos premiados pelo Guia do Estudante.
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A
sexta edição do "Guia do Estudante",
da Editora Abril, trouxe a avaliação de
mais de duas mil instituições de ensino
superior no Brasil. Nem todas foram avaliadas. No Paraná
27 instituições, com 199 cursos, passaram
pelo crivo da Abril.
Os
cursos da Faculdade Evangélica do Paraná
integram a listas dos "estrelados". Dos seis
cursos ofertados pela Evangélica, três
foram classificados: Fisioterapia e Nutrição,
com quatro estrelas, e Medicina, com três estrelas.
O curso de Psicologia ainda não foi avaliado,
formando a primeira turma no ano que vem.
O
Guia do Estudante usou critérios e métodos
próprios de avaliação, diferentes
do sistema adotado pelo MEC, que é o de avaliar
corpo docente, documentação, projeto pedagógico
do curso e sua viabilidade, além das entrevistas
feitas com alunos e professores das instituições
avaliadas.
Pela
avaliação promovida pelo Ministério
da Educação, os cursos de Medicina, Fisioterapia,
Enfermagem, obtiveram o grau máximo.
No
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE
- que avaliou estudantes de 2.187 cursos superiores
da área da Saúde de todo o Brasil, a Evangélica
conquistou com os cursos de Medicina, Fisioterapia e
Enfermagem, o primeiro lugar entre as instituições
públicas e particulares. E, o curso de Nutrição,
ficou em segunda classificação entre as
instituições públicas e particulares.
Pelo
mesmo ENADE, os cursos de Medicina, Fisioterapia e Enfermagem
ficaram classificados em 1º lugar entre as instituições
particulares, e em 1º junto com outras instituições
públicas.
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Em
2007, Especializações em Psicologia à
vista.
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A Evangélica está programando para 2007
alguns cursos de especialização na área
da Psicologia:
Psicologia Escolar e Educacional
Psicopedagogia Institucional
Psicologia Clínica - Terapia Comportamental
e Cognitiva
Detalhes
estão sendo avaliados, mas os interessados
podem cadastrar-se para receber notícias a
respeito.
Envie um email para psicologia@fepar.edu.br
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Esc.
Nilza Tartuce - alunos da Evangélica contentes
com a experiência
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A Escola de Educação Especial Nilza
Tartuce atende cerca de 250 alunos com diferentes
síndromes. O carinho e o cuidado com que as
crianças são cuidadas refletem, numa
perspectiva de interdisciplinaridade, a harmonia no
trabalho de diferentes profissionais. Os acadêmicos
de psicologia, supervisionados pela Profa. Maria de
Fátima Caldeira, realizam atividades no local.
Veja alguns depoimentos e clique nas fotos para amplia-las.
"Minha
experiência na Escola Nilza Tartuce tem sido
muito gratificante e tem somado em experiência
e capacitação profissional. Em um primeiro
momento há um estado de insegurança
quanto a nossa preparação e capacidade
de intervenção com as crianças,
especialmente as maiores, tão cheias de desejos
e vontades e com respostas diferentes ao ambiente,
ao não e a motivação que vem
por parte dos professores e equipe técnica.
A supervisão e o apoio das professoras e da
casa nos transmitem tranqüilidade e, aos poucos,
sentimos firmeza nos passos. As crianças são
muito carinhosas e receptivas, cheias de vida e de
disposição. É necessário
aprender sua linguagem e deixar-se conduzir por elas
e ser feliz."
Vera
Maria Immich
Psicologia - 4° Período Noturno
"Quando assumi o estágio na Escola
Nilza Tartuce, não imaginava o quão
necessária e importante é a atuação
junto as crianças, pais e profissionais da
escola. A interação da equipe profissional
na atuação nos dá um melhor entendimento
da Psicologia frente aos demais profissionais que
atuam na escola, nos mostra o quanto a Psicologia
é necessária e integrante das ações.
O trabalho junto as crianças é maravilhoso,
você consegue aplicar a teoria aprendida a identificar
cada passo, bem como valorizar o resultado atingido.
Fico muito emocionada quando vejo as crianças
e elas mostram por um gesto aprendido, que eu faço
a diferença."
Marilda A Costa
Psicologia - 6º período Noturno
"O estágio na escola esta sendo muito
legal, pois o contato com cada criança é
diferente, acabamos aprendendo muito mais com elas,
a maneira de lidar, tipo de atendimento. Cada criança
desperta em nós diferentes percepções
que nos faz desenvolver em muitos aspectos do nosso
conhecimento."
Rosyellen
Rabelo
Psicologia - 4º período noite
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Em
novembro, o III Seminário de Posters da Psicologia
na Evangélica
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Com
o final do ano letivo se aproximando, é hora
de mostrar resultados. Professores e alunos estão
se organizando para a mostra das atividades de pesquisa
e extensão desenvolvidas ao longo do ano no
curso. Os posters estarão expostos na semana
de 27 a 30 de novembro na faculdade.
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Publicado
artigo sobre Síndrome de Down da Profa. Maria
de Fátima Caldeira em parceria com a acadêmica
Andréia Kleinhans, do 8º. período
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"Processos
cognitivos, plasticidade cerebral e Síndrome
de Down Revisão de Literatura" é
o título do artigo, publicado na Revista Brasileira
de Educação Especial. Veja abaixo o
resumo e dados do artigo. Exemplar da revista encontra-se
na biblioteca da Evangélica.
Processos
cognitivos, plasticidade cerebral e Síndrome
de Down Revisão de Literatura, Rev. Bras. Ed.
Esp., Marília, Jan.-Abr. 2006, v.12, n.1, p.123-138
Maria de Fátima Minetto Caldeira SILVA
Andréia Cristina dos Santos KLEINHANS
RESUMO:
muito tem se falado sobre a Síndrome de
Down. Mas um ponto se destaca: suas dificuldades cognitivas.
Quais as áreas mais afetadas? Como potencializá-las?
Essas são perguntas que instigam muitos pesquisadores.
Com a efetivação da inclusão
escolar, ampliaram-se as buscas por respostas, uma
vez que, nas últimas décadas, ficou
evidente que pessoas com Síndrome de Down têm
potencial cognitivo a desenvolver. Deixamos
claro aqui que não estamos negando a constatação
de lesões em função de alterações
genéticas, mas a possibilidade de minimizá-las.
Esse artigo tem o intuito de abordar e discutir algumas
das descobertas relacionadas aos processos cognitivos
na Síndrome de Down, procurando evidenciar
a importância da plasticidade cerebral no desenvolvimento
e na aquisição da aprendizagem. Assim,
procuraremos fazer um apanhado dos processos cognitivos
na Síndrome de Down, correlacionando-os com
os conceitos gerais de plasticidade cerebral e verificar
como esses conhecimentos podem favorecer a aprendizagem.
Temos plena consciência de que não esgotaremos
o tema, mas pretendemos iniciar uma reflexão.
Para isso, faremos uma revisão de literatura,
contemplando as pesquisas, desde as mais antigas até
as mais recentes, numa tentativa de entender melhor
como fazer uso dessas descobertas.
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Psicologia,
Mediação e Conciliação
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O
Conselho Federal de Psicologia, em parceria com a
Associação Brasileira de Ensino de Psicologia,
com a Associação Brasileira de Psicologia
Jurídica e o Ministério da Justiça,
realizará evento que visa ampliar os espaços
de atuação dos psicólogos nos
processos de mediação e conciliação,
no Judiciário e fora dele.
O
apoio do Ministério da Justiça às
nossas iniciativas representa, sem dúvida,
o reconhecimento desse órgão à
contribuição do psicólogo nesses
processos.
Será
realizado um evento sobre Psicologia, Mediação
e Conciliação, que deverá nascer
em cada um dos Conselhos Regionais e núcleos
da ABEP, e culminar em evento nacional constituído
por representantes de cada um dos eventos regionais.
Neste processo, o CFP, a ABEP, a ABPJ e o Ministério
visam construir referenciais para a participação
qualificada dos psicólogos nas atividades de
mediação.
Se
você é um psicólogo que trabalha
com isto, ou conhece psicólogos que trabalham,
envie um e-mail para napg@pol.org.br,
para receber informações sobre o evento.
Fonte:
www.pol.org.br
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